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RO – Famílias de pequenos agricultores e milhares de indígenas da TI Rio Branco sofrem com crime ambiental de PCHs do Grupo Cassol e outros, em Alta Floresta do Oeste

UF: RO
Município Atingido: Alta Floresta D'Oeste (RO)
Outros Municípios: Alta Floresta D'Oeste (RO)
População: Povos indígenas

Síntese

A construção de oito Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) na bacia do Rio Branco (afluente do Guaporé), a maioria do Grupo Cassol, tem provocado expulsão de famílias de pequenos agricultores e grande impacto ambiental aos indígenas da T. I. Rio Branco, onde existem 14 aldeias, com aproximadamente 2 mil pessoas. O Rio Branco era utilizado pelos índios não apenas como fonte de alimentação, mas, também, como via de transporte. (http://goo.gl/nmuaZp). O MPF em Ji Paraná recomendou à SEDAM não emitir licenças ambientais para novas PCHs e solicitou um estudo sobre os impactos acumulados.(http://goo.gl/DS3oa2).

“A PCH Alta Floresta, além do grande represamento de água a montante, desviou quase totalmente o leito original do rio a jusante, o que por lei é proibido. A PCH ngelo Cassol represou varias áreas que possuíam vegetação nativa, causando um desequilíbrio na riqueza de peixes do rio. Já a PCH Rio Branco fez uso de um desvio do Rio Branco e do Rio Figueira para passagem e acionamento das turbinas”. (cf. Rafael Jorge de Prado, em http://goo.gl/D3PDno).

Em 07 de Abril de 2014 foi lançado o documentário: O CANTO DE ESPERANÇA DO RIO PRISIONEIRO produzido pelo grupo “Sociedade Civil Organizada”: CPT – Comissão Pastoral da Terra; Paróquia Nossa Senhora da Penha; CIMI Regional Rondônia; Pastoral Indigenista Diocese de Ji-Paraná; MPA – Movimento dos Pequenos Agricultores; MAB – Movimento dos Atingidos por Barragens; Lideranças Indígenas; Moradores locais; e Ex-funcionários da TV Nazaré. (https://goo.gl/UgKQz8) e (http://goo.gl/QcWBkl)

Observação: Esta denúncia foi encaminhada pela Comissão Pastoral da Terra (CPT) e ainda não foi trabalhada por nossa equipe. Caso tenha mais informações sobre o caso, encaminhe para nós pelo “Fale Conosco”, por gentileza.

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